As cidades dos ventos PDF 633
Cidades que foram construídas e formadas pelos ventos. Dos ventos que modificam a paisagem na linha costeira, criando dunas móveis que por vezes se tornam fixas, por uma vegetação que ali se instala e ali se ramifica, aos ventos que trouxeram descobridores, colonizadores e invasores. Cidades onde ainda chegam os investidores e os especuladores, trazidos pelos ventos. E os ventos ao longo dos tempos, foram mudando os rumos das cidades, sempre com os usos, e abusos dos ventos. Dos ventos que impulsionaram as primeiras embarcações aos ventos que produzem energia. E assim as cidades mudam de acordo com os ventos. Dos ventos alísios e terrestres aos ventos da política e da economia. Dos ventos invisíveis que vão proporcionando resultado invisíveis, quase tão despercebidos, quanto as cidades invisíveis. Cidades paralelas que se tornam invisíveis.
No princípio nem eram cidades, não eram reconhecidas como vilarejos, e não registravam suas histórias e suas memorias. Mas eram regiões cobiçadas, despertavam algum desejo. Com certeza seus habitantes primitivos usavam e dispunham de alguns símbolos. Faziam trocas, com outras povoações mais próximas e com a natureza. Conheciam a verdade nos olhos. Poderiam viver um uma delgada extensão da costa. Todos se conheciam pelos nomes; cultuavam seus mortos; e observavam o céu, onde descobriam seus deuses. Tinham suas crenças ocultas e rituais próprios.
Mas chegaram outros povos, com hábitos e costumes diferentes. Chegaram e encobriram suas histórias e suas memorias. Abafaram uma cultura e influenciaram a agricultura. Trouxeram símbolos e comportamentos. Instalaram um símbolo em forma de cruz, símbolo de uma religião e de um pensamento, cientifico e cartesiano. Os que ocupavam a terra, não tinham a escrita, e suas palavras, memórias e histórias se foram com os ventos. As poucas escritas que possuíam estavam inscritas em rochas, que não tinham mobilidade como a pena, a tinta e o papel. Não tinham carta de posse da terra, e os que primeiro chegaram, logo providenciaram, em nome de seu rei.
Primeiro chegaram os portugueses e os holandeses com seus mastros, suas caravelas, de velas estendidas e impulsionadas pelos ventos. Seus símbolos estavam estampados nas velas e nos mastros. Trouxeram memorias, e trouxeram produtos para trocas. Implantaram e chantaram seus símbolos e costumes na terra. Com uma cruz definiram tudo: sua religião, sua ciência, seus cálculos e as direções; N-S-L-W. E da cruz religiosa fizeram uma espada, prontos para um domínio da terra.
Com os olhos observaram as terras, e criaram suas ideias e suas cobiças. Das caravelas foram evoluindo na navegação marítima. Fizeram outras embarcações, a diesel e a vapor, mais modernas, sem depender dos ventos, mas chegaram sempre seguindo os primeiros caminhos feitos por caravelas ao sabor dos ventos. Mediram as terras em braças, para marcar tudo com as próprias mãos.
Passou um tempo e chegaram os franceses, seguindo os caminhos deixados pelas embarcações diversas. Que fizeram marcas pelas ilhas encontradas pelas rotas, traçando um caminho. Com sinais marcados pelas primeiras tripulações marítimas, pilotos arriscaram
em ventos mais altos, com aviões usados na Primeira Guerra. Voavam a uma altura possível de enxergar o que havia no solo, facilitando seus destinos e movimentos. Era preciso reconhecer a geografia e as marcas inscritas e descritas pelos primeiros desbravadores.
Fizeram nomes e viagens, Mermoz e Guillaumet. Escreveram relatos e livros, a partir de suas viagens, em busca da conquista da Terras do Homens (Antoine de Saint-Exupéry). Implantaram o correio aéreo postal, a Aéropostale de Pierre Latécoère, e assim construíram a Air France para voos mais altos, onde circulam outros ventos.
E chegaram os americanos, muitos embarcados em embarcações marítimas, para montar uma base aérea. Primeiro chegaram em navios para fazer acordos e assinar tratados, entre presidentes, embarcados e ancorados em uma base naval. Com pontos estratégicos e impulsionados contra os ventos, novos aviões foram buscar os ventos mais altos, a partir das cidades onde chegaram pelos ventos. Na base aérea, partiram os aviões direcionados pelos ventos com destino a um teatro de guerra, em outro continente, onde acontecia a Segunda Grande Guerra. Mediram as altitudes em pés, para marcar seus próprios passos. E para amarrar a situação mediram as velocidades em nós. Para medidas menores, seus polegares. Good my God.
Depois dos ventos marítimos, dos ventos em camadas no transporte aéreo, procurou-se investigar ventos em maiores altitudes, planejando uma viagem ao espaço. Da Barreira do Inferno investigaram ventos mais frios e gelados, em outras camadas atmosféricas. Desistiram de usar a antiga pista de aviões com nomes e fatos históricos, para construir uma nova pista, mais adentro no continente e com maior capacidade de carga e passageiros, com aviões maiores, de maior envergadura e maior autonomia. Sempre um local estratégico. Precisam desembarcar seus entulhos, suas tralhas e suas metralhas.
E agora novamente chegam os estrangeiros. Voltam dizendo que é possível usar os ventos. Instalam enormes cata-ventos transformando a energia dos ventos em outros tipos de energias. Estão aptos a investigar os lugares e os melhores ventos, possuem equipamentos para instalarem os aero geradores, os enormes cata-ventos. Possuem grandes somas de dinheiro para financiar toda instalação e todo equipamento, todos os cata-ventos. Eles detêm um conhecimento, uma tecnologia e uma economia. Lhes interessa este grande investimento, podem descobrir novas riquezas que possam influenciar novos futuros investimentos. Uma parceria, eles colocam os equipamentos, e as cidades oferecem seus ventos.
Chegaram inicialmente com as caravelas, trazidos pelos ventos, e agora chegam com o convencimento que é possível ficar por aqui e viver com o uso dos ventos. Não há necessidade de usos e pesquisas de outras energias. Energias que podem devastar países, territórios e ambientes. E para isto são até capazes de comprar enormes cargas de sal, recolhidas pela ação do sol e dos ventos. Insistem no argumento, que é possível viver de sal e sol, turismo e vento.
Texto para informática em Revista.
As cidades dos ventos
PDF 633
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por Roberto Cardoso (Maracajá)
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domingo, 29 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
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domingo, 24 de abril de 2016
114 anos de história e geografia
114 anos de história e geografia
PDF 611
Enquanto uma revista proporciona a notícia e a informação, instituições tem por meta, objetivo e responsabilidade, guardar o conhecimento e a informação. Tudo o que é notícia e informação pode se transformar em conhecimento. E o que é geografia hoje, torna-se história ao longo do tempo.
Nas modalidades de escritas como história e geografia, criam-se livros e revistas, ensaios e artigos. Poesias, contos e crônicas, entremeados de informações e conhecimento. E instituições podem ter como objetivo, buscar meios e processos de arquivar o conhecimento, baseado em informações. O conhecimento que circula nas ruas e nos livros. Não importando a sua forma oral ou escrita, o conhecimento precisa ser guardado, arquivado, recursos para o conhecimento de gerações futuras. E seus associados e colaboradores tem um compromisso de manusear as informações transformando em conhecimento.
O IHGRN – Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte completou 114 anos (29/03/16) de existência. E acompanha o ritmo do tempo. Fundado no início do século passado, hoje entra na era de nomes diversos. Era da informática, Era da informação ou Era do conhecimento. E todo seu acervo vem sendo digitalizado, evitando o desgaste do tempo, da Era da imprensa ou Era da escrita. O acervo composto basicamente de papeis, escritos, manuscritos ou impressos, em formato de jornais ou de revistas. Livros e livros em prateleiras de infindáveis estantes. O registro histórico do estado.
O IHGRN completou 114 anos. E Ormuz Barbalho recebeu as chaves da casa que estavam com Valério Mesquita. Diante de Valério e Jurandyr Navarro, o antecessor de Valério, formando a galeria dos ex-presidentes vivos, Ormuz assumiu o comando do próximo triênio (2016/2019) da casa de cultura mais antiga do RN. A casa da memória potiguar que participou Luís da Câmara Cascudo. Ormuz Barbalho o atual fiel depositário do conhecimento e da informação, da cultura no RN.
IHGRN por 114 anos gerando, guardado e difundindo o conhecimento. Informática em Revista 10 dez anos transferindo conhecimento. Ambos a partir de uma mesma cidade. Uma cidade com a promessa de um HUB, para novos processos de ocupação estrangeira. Já aconteceu com o porto e o antigo aeroporto, no início dos tempos de navegação aérea e marítima. Um HUB é um novo conceito de aeroporto, para embarque e desembarque de pessoas, ideias e mercadorias.
A cidade já referenciada pela ocupação dos índios, como população primitiva e nativa, terra de potiguares. Uma ocupação dos holandeses, com atos de massacres e batalhas, a Nova Amsterdã. Uma ocupação por americanos, em atos de acordos internacionais, Trampolim da Vitória. Uma ocupação com objetivos espaciais, na Barreira do Inferno, com participação do INPE e da NASA. Uma cidade que dizem fazer ponte com a China.
Texto publicado em
Informática em Revista
Ano 10 - N° 109 - ABRIL/2016
Pag 27
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Enquanto uma revista proporciona a notícia e a informação, instituições tem por meta, objetivo e responsabilidade, guardar o conhecimento e a informação. Tudo o que é notícia e informação pode se transformar em conhecimento. E o que é geografia hoje, torna-se história ao longo do tempo.
Nas modalidades de escritas como história e geografia, criam-se livros e revistas, ensaios e artigos. Poesias, contos e crônicas, entremeados de informações e conhecimento. E instituições podem ter como objetivo, buscar meios e processos de arquivar o conhecimento, baseado em informações. O conhecimento que circula nas ruas e nos livros. Não importando a sua forma oral ou escrita, o conhecimento precisa ser guardado, arquivado, recursos para o conhecimento de gerações futuras. E seus associados e colaboradores tem um compromisso de manusear as informações transformando em conhecimento.
O IHGRN – Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte completou 114 anos (29/03/16) de existência. E acompanha o ritmo do tempo. Fundado no início do século passado, hoje entra na era de nomes diversos. Era da informática, Era da informação ou Era do conhecimento. E todo seu acervo vem sendo digitalizado, evitando o desgaste do tempo, da Era da imprensa ou Era da escrita. O acervo composto basicamente de papeis, escritos, manuscritos ou impressos, em formato de jornais ou de revistas. Livros e livros em prateleiras de infindáveis estantes. O registro histórico do estado.
O IHGRN completou 114 anos. E Ormuz Barbalho recebeu as chaves da casa que estavam com Valério Mesquita. Diante de Valério e Jurandyr Navarro, o antecessor de Valério, formando a galeria dos ex-presidentes vivos, Ormuz assumiu o comando do próximo triênio (2016/2019) da casa de cultura mais antiga do RN. A casa da memória potiguar que participou Luís da Câmara Cascudo. Ormuz Barbalho o atual fiel depositário do conhecimento e da informação, da cultura no RN.
IHGRN por 114 anos gerando, guardado e difundindo o conhecimento. Informática em Revista 10 dez anos transferindo conhecimento. Ambos a partir de uma mesma cidade. Uma cidade com a promessa de um HUB, para novos processos de ocupação estrangeira. Já aconteceu com o porto e o antigo aeroporto, no início dos tempos de navegação aérea e marítima. Um HUB é um novo conceito de aeroporto, para embarque e desembarque de pessoas, ideias e mercadorias.
A cidade já referenciada pela ocupação dos índios, como população primitiva e nativa, terra de potiguares. Uma ocupação dos holandeses, com atos de massacres e batalhas, a Nova Amsterdã. Uma ocupação por americanos, em atos de acordos internacionais, Trampolim da Vitória. Uma ocupação com objetivos espaciais, na Barreira do Inferno, com participação do INPE e da NASA. Uma cidade que dizem fazer ponte com a China.
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Dez anos se passaram, dez anos de informação e notícias, cumprindo o papel literal de uma revista. A notícia e a informação a ser divulgada, com o arcaico método do meio impresso, assim dirão um dia. De Gutemberg às rotativas, da tipografia ao fotolito, muita história se passou, muita história rolou, mas não abrimos mão de uma revista. Uma revista mexe com os sentidos, a visão, o tato, a audição ao folhear páginas, e por que não o olfato, com o cheiro de coisa nova, com o faro do repórter e do redator. Saberes e sabores do conhecimento.
A notícia e a informação, o conhecimento, tem um giro constante. Desde a derrubada de arvores, para industrialização do papel, que seguem rolando as toras. Depois colocadas em tanques que giram as fibras imersas em agua. Transformadas em papel formam os rolos, que rodam as estradas em direção as gráficas. Transformadas em impressos, em gráficas com rotativas, surgem os jornais, as revistas ou os livros que seguem para a circulação, com a distribuição. A informação impressa, circula de mão em mão, ao deleite do revirar dos olhos.
Enfim o aniversário com dois dígitos. Os dez anos de Informática em Revista. A revista em edição especial, com e como, um marco histórico, uma década de existência. E para cumprir uma década foi necessário um decano à frente da revista. Um decano que comandou dez anos, pelo menos dez pessoas, dez atividades ou dez atribuições. Dez anos circulando informação, nos tempos das TICs, Tecnologia, Informação e Comunicação.
Parabéns ao Decano Jaécio Carlos
Texto publicado em
Informática em Revista
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RN, 31/03/16
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Dez anos se passaram, dez anos de informação e notícias, cumprindo o papel literal de uma revista. A notícia e a informação a ser divulgada, com o arcaico método do meio impresso, assim dirão um dia. De Gutemberg às rotativas, da tipografia ao fotolito, muita história se passou, muita história rolou, mas não abrimos mão de uma revista. Uma revista mexe com os sentidos, a visão, o tato, a audição ao folhear páginas, e por que não o olfato, com o cheiro de coisa nova, com o faro do repórter e do redator. Saberes e sabores do conhecimento.
A notícia e a informação, o conhecimento, tem um giro constante. Desde a derrubada de arvores, para industrialização do papel, que seguem rolando as toras. Depois colocadas em tanques que giram as fibras imersas em agua. Transformadas em papel formam os rolos, que rodam as estradas em direção as gráficas. Transformadas em impressos, em gráficas com rotativas, surgem os jornais, as revistas ou os livros que seguem para a circulação, com a distribuição. A informação impressa, circula de mão em mão, ao deleite do revirar dos olhos.
Enfim o aniversário com dois dígitos. Os dez anos de Informática em Revista. A revista em edição especial, com e como, um marco histórico, uma década de existência. E para cumprir uma década foi necessário um decano à frente da revista. Um decano que comandou dez anos, pelo menos dez pessoas, dez atividades ou dez atribuições. Dez anos circulando informação, nos tempos das TICs, Tecnologia, Informação e Comunicação.
Parabéns ao Decano Jaécio Carlos
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quinta-feira, 10 de março de 2016
Strike !
Strike !
A bola é arremessada e corre pela pista plana. Com um mínimo de atrito, vai girando e girando, ganha velocidade e energia cinética. Atinge os pinos, e derruba todos. Pontuação máxima! Strike! Pontos para o arremessador que conseguiu derrubar todos os pinos do boliche.
Uma mudança no paradigma* (a mesmice dos pinos). A energia cinética da bola acabou com a formação estática dos pinos. E os pinos derrubados devem ser rearrumados, tal como antes, para uma nova jogada, um novo arremesso da bola.
Pinos perfilados e arrumados de maneira estática, em forma de cunha, em forma triangular. Forma de ataque da infantaria, uma visão maquiavélica ou suntsuniana. Posição ideal para um avanço, um ataque, e não ideal para uma defesa estática contra um petardo em movimento. Pinos arrumados sem chance de defesa, prontos para a chegada de uma nova bola correndo pela pista, e derrubar todos novamente. Sem chance aos pinos, sem chances de sair da frente ou aumentar a defesa. A única chance de não serem derrubados, é uma falha do arremessador. A bola sair da pista, e correr para a vala, o fosso paralelo á pista.
O objetivo de quem lança a bola é derrubar pinos, e fazer um strike, uma vitoria sobre o exercito de formação impecável. Os pinos aguardam perfilados, em posição de sentido, até que a bola chegue com a ordem de debandar: Fora de forma! E os pinos debandam desordenadamente com o impacto da bola. Uma estratégia de diminuir as perdas e baixas seria mudar os pinos de posição, mudar cores ou pontuação. Pontuação por cor ou posição. Criar regras de posicionamento e defesa.
E assim são as empresas. Depois de uma mudança de paradigma torna-se necessário reavaliar e reordenar posições. Traçar perfis profissiográficos, os “retratos” de profissionais empregados com questões ambientais e sociais das atividades exercidas. Redesenhar cargos e funções, definir cargos e salários. Estipular pré-requisitos para ocupação de cargos e funções. Rever, reavaliar e redesenhar layouts; mapas de riscos e fluxogramas. Fazer analise de Feng Shui empresarial e etc. Solucionar problemas, elaborar modelos mais racionais de acordo com a nova proposta.
Aplicar movimentos, energia cinética em uma nova movimentação. Foi-se o tempo da expressão que “time que está ganhando não se mexe”. A nova ordem nas empresas é inovação. E inovação requer movimentos contínuos e energizados, prontos a novas conquistas, mudanças e necessidades. Interpretar, fazer diagnósticos e prognósticos.
Quartéis, empresas e escritórios; cidades e acampamentos. Antes se apostava em uma sentinela, um vigia. Um porteiro ou uma secretaria anunciava pelo interfone a chegada de um cliente ou uma pessoa indesejável. Agora são radares e satélites, sensores e câmeras, que identificam aproximações, sejam de um amigo ou um inimigo, uma ação bélica ou uma tempestade. E defesas preventivas se tornam desejáveis contra malfeitores, intempéries e concorrentes.
Multifuncionalismo. A informação hoje é rápida, e o mundo está mais rápido. Explorar a criatividade e iniciativas. Evitar desmotivações e greves, o strike dos funcionários e colaboradores.
(*) Mudança de Paradigma: Informática em Revista Nº 93. Abril/2014 – Natal/RN.
Entre Natal e Parnamirim/RN ─ 20/04/2014
A bola é arremessada e corre pela pista plana. Com um mínimo de atrito, vai girando e girando, ganha velocidade e energia cinética. Atinge os pinos, e derruba todos. Pontuação máxima! Strike! Pontos para o arremessador que conseguiu derrubar todos os pinos do boliche.
Uma mudança no paradigma* (a mesmice dos pinos). A energia cinética da bola acabou com a formação estática dos pinos. E os pinos derrubados devem ser rearrumados, tal como antes, para uma nova jogada, um novo arremesso da bola.
Pinos perfilados e arrumados de maneira estática, em forma de cunha, em forma triangular. Forma de ataque da infantaria, uma visão maquiavélica ou suntsuniana. Posição ideal para um avanço, um ataque, e não ideal para uma defesa estática contra um petardo em movimento. Pinos arrumados sem chance de defesa, prontos para a chegada de uma nova bola correndo pela pista, e derrubar todos novamente. Sem chance aos pinos, sem chances de sair da frente ou aumentar a defesa. A única chance de não serem derrubados, é uma falha do arremessador. A bola sair da pista, e correr para a vala, o fosso paralelo á pista.
O objetivo de quem lança a bola é derrubar pinos, e fazer um strike, uma vitoria sobre o exercito de formação impecável. Os pinos aguardam perfilados, em posição de sentido, até que a bola chegue com a ordem de debandar: Fora de forma! E os pinos debandam desordenadamente com o impacto da bola. Uma estratégia de diminuir as perdas e baixas seria mudar os pinos de posição, mudar cores ou pontuação. Pontuação por cor ou posição. Criar regras de posicionamento e defesa.
E assim são as empresas. Depois de uma mudança de paradigma torna-se necessário reavaliar e reordenar posições. Traçar perfis profissiográficos, os “retratos” de profissionais empregados com questões ambientais e sociais das atividades exercidas. Redesenhar cargos e funções, definir cargos e salários. Estipular pré-requisitos para ocupação de cargos e funções. Rever, reavaliar e redesenhar layouts; mapas de riscos e fluxogramas. Fazer analise de Feng Shui empresarial e etc. Solucionar problemas, elaborar modelos mais racionais de acordo com a nova proposta.
Aplicar movimentos, energia cinética em uma nova movimentação. Foi-se o tempo da expressão que “time que está ganhando não se mexe”. A nova ordem nas empresas é inovação. E inovação requer movimentos contínuos e energizados, prontos a novas conquistas, mudanças e necessidades. Interpretar, fazer diagnósticos e prognósticos.
Quartéis, empresas e escritórios; cidades e acampamentos. Antes se apostava em uma sentinela, um vigia. Um porteiro ou uma secretaria anunciava pelo interfone a chegada de um cliente ou uma pessoa indesejável. Agora são radares e satélites, sensores e câmeras, que identificam aproximações, sejam de um amigo ou um inimigo, uma ação bélica ou uma tempestade. E defesas preventivas se tornam desejáveis contra malfeitores, intempéries e concorrentes.
Multifuncionalismo. A informação hoje é rápida, e o mundo está mais rápido. Explorar a criatividade e iniciativas. Evitar desmotivações e greves, o strike dos funcionários e colaboradores.
(*) Mudança de Paradigma: Informática em Revista Nº 93. Abril/2014 – Natal/RN.
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Texto escrito para: Informática em Revista – Natal/RN
Palavras Chaves: gestão; qualidade; conhecimento
QR Code QAP
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Índios nativos batiam com paus nas raízes expostas de grandes árvores produzindo sons para enviar mensagens pela floresta. O homem descobriu o fogo, pode controla-lo e fazer sinais de fumaça que podiam ser vistos e compreendidos a distância. Para uma boa difusão e compreensão destas mensagens, povos antigos dependiam da ausência de chuvas, da direção e da velocidade dos ventos, das habilidades do emissor e do receptor, das combinações de codificações anteriores às emissões dos sinais, para uma boa compreensão. Assim pode ter começado uma produção de conhecimento com troca de informações à distância, com interpretações de sinais simples e compostos, dando inicio a uma comunicologia (kommunikologie).
Com um pedaço de espelho ou algo semelhante alguém fez reflexos dos raios solares e enviou sinais que também podiam ser vistos a distância na dependência apenas da inclinação do sol em dias claros e das posições do emissor e do receptor.
Talvez os códigos utilizados nos sinais de fumaça e reflexos com espelhos tenham sido criados a partir de uma exposição curta e uma longa dos raios de sol e da fumaça. O código Morse é composto por traços e pontos, um sinal longo e um sinal curto. E assim foram evoluindo os sinais na comunicação.
Diversos sinais e códigos foram criados para facilitar e precisar as informações nas comunicações, como alfabeto fonético e o código Q. Com o avanço tecnológico a precisão da informação se tornou necessária. Na meteorologia os códigos meteorológicos levam mensagens das estações de observação de tempo para estações meteorológicas de interpretação e analise de dados. Meteorologia é fundamental para as rotas marítimas e aéreas, a precisão é fator fundamental, com informações precisas, previsões meteorológicas mais precisas.
Na aviação e na navegação outros códigos são utilizados entre aviões e aeroportos e entre portos e embarcações, códigos que determinam suas localizações, situações de tempo, horas estimadas de chegada e de partida. Além de outros que podem ser úteis na navegação marítima e aérea.
Existe um código popular que a maioria das pessoas já convive no seu dia a dia com ele, o código de barras, hoje largamente utilizado em produtos. Não é um código verbal, é um código impresso, e de apenas uma dimensão, em uma direção é feito uma leitura linear com o scanner, que faz um link do produto com o receptor.
Surge agora um novo código impresso que vai ganhando popularidade, o QR Code, é um código criado por uma empresa japonesa (Denso-Wave, 1994), que fotografados e colocados na internet, inúmeras informações poderão ser obtidas sobre o produto. Possuem duas dimensões (2D), é formado por um polígono de dois lados, com informações digitais no seu interior.
O próximo passo do homem e da humanidade é um código em três dimensões (3D). Este novo modelo de código já vem sendo estudado e testado desde a década de 1970, por crianças, jovens e adultos, é o cubo de Rubik. Um brinquedo de três dimensões (3D), mais conhecido como cubo mágico aonde os usuários vão se
distraindo e tentando combinações diversas, treinando sua coordenação motora e familiarização com um código tridimensional.
Enquanto um grupo de pessoas faz do cubo mágico um brinquedo e uma ocupação do tempo a tecnologia avança para fazer uma leitura tridimensional. E quando a tecnologia chegar não será difícil ao usuário compreender o código. E o mundo é dos nets, dos netos e daqueles que estão ligados a net work mundial www. Sinais de fumaça receberam QTA e mundo está QAP aguardando QSL para um novo código de informações.
Artigo escrito para: Informática em Revista Set/2013 Natal - Parnamirim/RN ─ 20/08/2013 Roberto Cardoso (Maracajá)
Índios nativos batiam com paus nas raízes expostas de grandes árvores produzindo sons para enviar mensagens pela floresta. O homem descobriu o fogo, pode controla-lo e fazer sinais de fumaça que podiam ser vistos e compreendidos a distância. Para uma boa difusão e compreensão destas mensagens, povos antigos dependiam da ausência de chuvas, da direção e da velocidade dos ventos, das habilidades do emissor e do receptor, das combinações de codificações anteriores às emissões dos sinais, para uma boa compreensão. Assim pode ter começado uma produção de conhecimento com troca de informações à distância, com interpretações de sinais simples e compostos, dando inicio a uma comunicologia (kommunikologie).
Com um pedaço de espelho ou algo semelhante alguém fez reflexos dos raios solares e enviou sinais que também podiam ser vistos a distância na dependência apenas da inclinação do sol em dias claros e das posições do emissor e do receptor.
Talvez os códigos utilizados nos sinais de fumaça e reflexos com espelhos tenham sido criados a partir de uma exposição curta e uma longa dos raios de sol e da fumaça. O código Morse é composto por traços e pontos, um sinal longo e um sinal curto. E assim foram evoluindo os sinais na comunicação.
Diversos sinais e códigos foram criados para facilitar e precisar as informações nas comunicações, como alfabeto fonético e o código Q. Com o avanço tecnológico a precisão da informação se tornou necessária. Na meteorologia os códigos meteorológicos levam mensagens das estações de observação de tempo para estações meteorológicas de interpretação e analise de dados. Meteorologia é fundamental para as rotas marítimas e aéreas, a precisão é fator fundamental, com informações precisas, previsões meteorológicas mais precisas.
Na aviação e na navegação outros códigos são utilizados entre aviões e aeroportos e entre portos e embarcações, códigos que determinam suas localizações, situações de tempo, horas estimadas de chegada e de partida. Além de outros que podem ser úteis na navegação marítima e aérea.
Existe um código popular que a maioria das pessoas já convive no seu dia a dia com ele, o código de barras, hoje largamente utilizado em produtos. Não é um código verbal, é um código impresso, e de apenas uma dimensão, em uma direção é feito uma leitura linear com o scanner, que faz um link do produto com o receptor.
Surge agora um novo código impresso que vai ganhando popularidade, o QR Code, é um código criado por uma empresa japonesa (Denso-Wave, 1994), que fotografados e colocados na internet, inúmeras informações poderão ser obtidas sobre o produto. Possuem duas dimensões (2D), é formado por um polígono de dois lados, com informações digitais no seu interior.
O próximo passo do homem e da humanidade é um código em três dimensões (3D). Este novo modelo de código já vem sendo estudado e testado desde a década de 1970, por crianças, jovens e adultos, é o cubo de Rubik. Um brinquedo de três dimensões (3D), mais conhecido como cubo mágico aonde os usuários vão se
distraindo e tentando combinações diversas, treinando sua coordenação motora e familiarização com um código tridimensional.
Enquanto um grupo de pessoas faz do cubo mágico um brinquedo e uma ocupação do tempo a tecnologia avança para fazer uma leitura tridimensional. E quando a tecnologia chegar não será difícil ao usuário compreender o código. E o mundo é dos nets, dos netos e daqueles que estão ligados a net work mundial www. Sinais de fumaça receberam QTA e mundo está QAP aguardando QSL para um novo código de informações.
Artigo escrito para: Informática em Revista Set/2013 Natal - Parnamirim/RN ─ 20/08/2013 Roberto Cardoso (Maracajá)
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
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